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	<title>Comentários em: A solidão na grande cidade</title>
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	<description>«Mas está oculto no seio dos deuses se voltará ou não, para se vingar deles na sua casa.» (Homero)</description>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://atrida.wordpress.com/2009/05/13/a-solidao-na-grande-cidade/#comment-440</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 19:52:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Uma cidade... e... o desespero... do homem moderno num mundo frio e sem valores&quot;. O triste e fiel retrato do que se passa já há muitos anos em quase todas as capitais e grandes cidades do mundo e que nunca por nunca ser, nem nos meus piores sonhos, pensei vir dia a passar-se em Portugal. Este desespero e medo permanente , que nos retira a alegria de viver - alegria que se traduzia numa felicidade difícil hoje de explicar, sentida e vivida continuamente  no mais simples acto do quotidiano, até há precisamente 35 anos, como receber amigos em casa, ir ao cinema, ao teatro, a um museu, a uma feira, à praia, passear no campo, sentarmo-nos numa esplanada, ir a uma boîte - deve-se única e  exclusivamente à falta de valores e a uma insegurança total que se apoderou do país. Ambas cientìficamente estudadas e propositadamente introduzidas nos países com o fim de simultâneamente lhes destruírem a personalidade e os valores que lhes deram origem como povos. Povos que vivem sob um medo constante (e real) anulam-se,  perdam a personalidade própria e não a tendo não lhes sobra espaço para o cultivo dos valores. E sem valores não há Pátrias. Quem faz isto a um povo, a qualquer povo, é declaradamente um assassino e um traidor. A um vulgar criminoso ainda se pode poupar a vida. Mas alguém que deliberadamente trai o seu país e o seu povo comete alta traição e não merece perdão, merece a morte.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Uma cidade&#8230; e&#8230; o desespero&#8230; do homem moderno num mundo frio e sem valores&#8221;. O triste e fiel retrato do que se passa já há muitos anos em quase todas as capitais e grandes cidades do mundo e que nunca por nunca ser, nem nos meus piores sonhos, pensei vir dia a passar-se em Portugal. Este desespero e medo permanente , que nos retira a alegria de viver &#8211; alegria que se traduzia numa felicidade difícil hoje de explicar, sentida e vivida continuamente  no mais simples acto do quotidiano, até há precisamente 35 anos, como receber amigos em casa, ir ao cinema, ao teatro, a um museu, a uma feira, à praia, passear no campo, sentarmo-nos numa esplanada, ir a uma boîte &#8211; deve-se única e  exclusivamente à falta de valores e a uma insegurança total que se apoderou do país. Ambas cientìficamente estudadas e propositadamente introduzidas nos países com o fim de simultâneamente lhes destruírem a personalidade e os valores que lhes deram origem como povos. Povos que vivem sob um medo constante (e real) anulam-se,  perdam a personalidade própria e não a tendo não lhes sobra espaço para o cultivo dos valores. E sem valores não há Pátrias. Quem faz isto a um povo, a qualquer povo, é declaradamente um assassino e um traidor. A um vulgar criminoso ainda se pode poupar a vida. Mas alguém que deliberadamente trai o seu país e o seu povo comete alta traição e não merece perdão, merece a morte.</p>
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