Vote-se, então
Publicado por fsantos em Domingo, Junho 7, 2009
Não gosto muito de votar mas, enfim, desta feita lá fui.
Sempre apreciei a postura do Humberto, a sua frontalidade e a forma directa como expressa as inquietações dos portugueses que não abdicam de o ser, verdadeiramente.
Sempre tive reservas em relação ao PNR, à forma como – pelo menos vendo de fora – o partido se tornou um albergue de tendências inconciliáveis, algumas delas para mim inaceitáveis. Já nem falo do registo criminal de alguns rapazes que por lá andam.
Mas também admiro a coragem dos dirigentes e militantes que enfrentam a hipócrita polícia política coeva. A hipócrita democracia cuja verdadeira (única?) causa é a destruição de Portugal.
Nesse sentido, mal ou bem, algumas vezes mal outra bem, o PNR tem sido a única força política a denunciar esta trágica realidade. E o Humberto, sem sobra de dúvida, a sua melhor e mais convincente voz.
O voto pouco significará. Mesmo em países em que as forças nacionalistas cresceram para o campo dos dois dígitos o sistema sempre arranjou forma de as neutralizar e de reforçar as medidas de liquidação pátria, como frisei há três meses.
Mas, como também refere o nosso amigo Manuel, «por vezes o voto tem um significado testemunhal, que ultrapassa a mera contabilidade. Pode ser um manifesto vivo.»
Assim seja.
Fernando Nascimento disse
“Já nem falo do registo criminal de alguns rapazes que por lá andam.”
Já leu algum, foi?
De quem?
Legionário disse
Tens toda a razão. De qualquer das formas é pena porque não vão aprender. E digo isto com esperança contrária. É que eu também lá foi por o papelinho… Que náusea.
Flávio Gonçalves disse
Bom, eu que estou já vacinado de esperanças vãs, fui trabalhar.
Réquila disse
Novidade das Edições Réquila: “A Finança e o Poder” da autoria de Joaquín Bochaca
edicoesrequila.blogspot.com