Odisseia

«Mas está oculto no seio dos deuses se voltará ou não, para se vingar deles na sua casa.» (Homero)

“Check list” da morte de uma Nação

Posted by atrida em Segunda-feira, Julho 21, 2008

Baseado em inúmeros case studies (como se diz hoje em dia), no futuro qualquer plano de aniquilação de uma Nação deverá contemplar os seguintes passos (lista não exaustiva e não necessariamente a seguir pela ordem abaixo):

– retirar-lhe a soberania política, integrando-a numa unidade supra-nacional;

– retirar-lhe a soberania económica, retirando-lhe as políticas monetária e cambial e, cereja no topo do bolo, fazendo-a adoptar uma moeda comum ao citado espaço supra-nacional;

– afogá-la sob um fluxo de imigração, de preferência de outros continentes e culturas, propagandeando as alegadas vantagens da miscigenação;

– massacrar os habitantes com uma ideologia única e dominante, caricaturando todas as ideias que se lhe oponham; aquela deve ser de feição mundialista, anti-Nacional e anti-Tradição;

– implementar uma agenda de transformação social, não de base económica mas comportamental e ética (ou falta dela): promoção do aborto, a eutanásia como algo natural ou mesmo desejável, a homossexualidade como uma simples orientação pessoal, as drogas como uma simples escolha, o repúdio da família tradicional e a adopção de comportamentos que choquem os mais velhos;

– cúmulo desta tarefa hercúlea mas, como se sabe, perfeitamente exequível, assassinato da língua nacional, seja pelas alterações ao longo de gerações de promoção da deseducação nacional, seja por decreto.

Esta é um roteiro para a morte das nações, definido há muito e posto em prática com método e, desgraçadamente, com impressionante eficácia. A partir do momento em que se derrubou a ordem antiga, baseada em valores nacionais e espirituais, e se erigiu o poder da matéria, com o dinheiro em primeiro plano, estava criada a base para o resto do plano, acima esboçado.

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2 Respostas to ““Check list” da morte de uma Nação”

  1. pvnam said

    Pois é… pois é… mas também é preciso assumir o óbvio: é absolutamente patético andar por aí a proclamar, por exemplo, «Acorda Portugal!»… visto que… a maioria dos europeus anda à procura de negociatas de lucro fácil:
    -> são advogados a cobrar mais de mil euros por processo de legalização…
    -> é o pessoal do SEF (e afins, por essa Europa fora) a obter favores…
    -> é mão-de-obra servil ao preço da chuva…
    -> são homens à procura de mulheres fragilizadas em termos económicos: são mais dóceis…
    ……ETC……

    —»»» A ÚNICA forma de salvaguardar determinados Valores (um exemplo: o Direito dos Povos Nativos se defenderem da (cada vez mais poderosa) Inquisição Mestiça)… é, antes que seja tarde demais, reivindicar o LEGÍTIMO Direito ao Separatismo.

  2. Buen resumen de una situación dada que no sólo se aplica a Portugal. ¿Será que vamos camino de la autodestrucción todos?

    RCS

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