Odisseia

«Mas está oculto no seio dos deuses se voltará ou não, para se vingar deles na sua casa.» (Homero)

Quarenta anos depois

Posted by atrida em Sexta-feira, Agosto 22, 2008

Praga, 21 de Agosto de 2008.

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6 Respostas to “Quarenta anos depois”

  1. Que raio de comparação, meu caro! Faz lembrar aqueles cartazes Bush=Hitler e companhia limitada.
    O que tem uma coisa a ver com a outra?

  2. Anónimo said

    Um dos cartazes mais pertinentes que já vi.

  3. atrida said

    Como dizia Franco Nogueira, há interesses permanentes nos países (constantes da sua política externa), que não mudam com as mudanças de regime. A Rússia czarista, a URSS ou a putinlandia são agressivas, expansionistas e imperialistas. Não contem comigo para acamaradar com o imperialismo russo só porque o americano “é pior”.

  4. manuel said

    “O assalto russo à Geórgia é semelhante ao que a União Soviética de Estaline fez à Finlândia em 1939: em ambos os casos, Moscovo empenhou-se num arbitrário, brutal e irresponsável uso da força para impor o seu domínio sobre um vizinho mais fraco, com um regime democrático. Agora a questão é saber se a comunidade global consegue mostrar ao Kremlin que este uso da força bruta para satisfazer anacrónicos objectivos de cariz imperialista tem os seus custos.”

    Zbigniew Brzezinski, Time
    http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1832699,00.html

  5. Legionário said

    Porra!
    Será que se tem que tomar partido de um dos bandos para opinar?
    E será que ser 90% isento se consegue melhor resultado?
    Já sabemos que admiração tem o dono aqui do tasco pelo Putin…mas georgianos com conselheiros judeus? F…-se!
    Porque é que os russos fizeram questão de destruir por completo o bairro judeu de Gori? E propositadamente não acertaram na estatua do José?

    Isto é mais uma americanisse, não tenhamos dúvidas.
    Faz-me lembrar a “santa-aliança” dos americanos com a máfia italiana nos fins da II GM.

  6. RGMateus said

    Não esquecer que nesta história tudo começou com o avanço da tropas geórgianas pela Ossétia adentro, após 15 anos de independência de facto do território, isto com os auspicios dos EUA e com o apoio dos conselheros israelitas.
    Uma provocação destinada a justificar os misseis americanos na Polónia?

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