Odisseia

«Mas está oculto no seio dos deuses se voltará ou não, para se vingar deles na sua casa.» (Homero)

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Posts Tagged ‘Mundialismo’

A queda dos muros

Posted by atrida em Terça-feira, Julho 29, 2008

Lentamente (demasiado lentamente) os muros do silêncio e da mentira vão caindo. O tempo vai passando e há cada vez mais espíritos livres que vão falando do que era proibido falar até há pouco. Por cá, Salazar e a descolonização, lá por fora os mitos da Segunda Guerra. Em todo o lado, a acção das maçonarias e das organizações mundialistas que comandam na sombra.

O silêncio que se abateu sobre artistas malditos também vai derruindo: Céline, por exemplo, é hoje um autor admirado por pessoas de todos (ou quase todos) os quadrantes ideológicos.

Até que ponto é que as gerações marteladas pela imbecillentsia reinante conseguirão pensar pela própria cabeça, até que ponto é que historiadores realmente livres poderão desenvolver as suas investigações e publicar os resultados das mesmas, até que ponto é que ainda existirão jornalistas de coragem – é uma das grandes incógnitas da nossa era. É nessa capacidade de homens livres de resistirem ao rolo compressor do espartilho mental que nos querem impor que se jogará o futuro da inteligência e a sobrevivência da nossa civilização.

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“Check list” da morte de uma Nação

Posted by atrida em Segunda-feira, Julho 21, 2008

Baseado em inúmeros case studies (como se diz hoje em dia), no futuro qualquer plano de aniquilação de uma Nação deverá contemplar os seguintes passos (lista não exaustiva e não necessariamente a seguir pela ordem abaixo):

– retirar-lhe a soberania política, integrando-a numa unidade supra-nacional;

– retirar-lhe a soberania económica, retirando-lhe as políticas monetária e cambial e, cereja no topo do bolo, fazendo-a adoptar uma moeda comum ao citado espaço supra-nacional;

– afogá-la sob um fluxo de imigração, de preferência de outros continentes e culturas, propagandeando as alegadas vantagens da miscigenação;

– massacrar os habitantes com uma ideologia única e dominante, caricaturando todas as ideias que se lhe oponham; aquela deve ser de feição mundialista, anti-Nacional e anti-Tradição;

– implementar uma agenda de transformação social, não de base económica mas comportamental e ética (ou falta dela): promoção do aborto, a eutanásia como algo natural ou mesmo desejável, a homossexualidade como uma simples orientação pessoal, as drogas como uma simples escolha, o repúdio da família tradicional e a adopção de comportamentos que choquem os mais velhos;

– cúmulo desta tarefa hercúlea mas, como se sabe, perfeitamente exequível, assassinato da língua nacional, seja pelas alterações ao longo de gerações de promoção da deseducação nacional, seja por decreto.

Esta é um roteiro para a morte das nações, definido há muito e posto em prática com método e, desgraçadamente, com impressionante eficácia. A partir do momento em que se derrubou a ordem antiga, baseada em valores nacionais e espirituais, e se erigiu o poder da matéria, com o dinheiro em primeiro plano, estava criada a base para o resto do plano, acima esboçado.

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Morra a agricultura, pim! (ou melhor, PAC)

Posted by atrida em Terça-feira, Maio 20, 2008

A revisão (quinquenal, à boa maneira soviética) da PAC em curso promete liquidar de vez os pequenos agricultores, dado que elimina os subsídios às propriedades com menos de um hectare. Em consequência beneficiar-se-á os maiores proprietários e a agricultura industrial, extensiva, intensamente química e, tendencialmente, cada vez mais transgénica.

O modo de vida rural tende a desaparecer, o que de resto é um dos grandes objectivos dos ideólogos do mundialismo, pressurosos na eliminação das especificidades locais, das suas idiossincrasias, vendo com clareza que hoje em dia é nesse mundo que ainda pode subsisitir um mínimo de resistência à mono-cultura ideológica citadina e à modernidade.

Vencida a batalha contra os campos todos os humanos estarão enclausurados em cidades, reféns de uma ideologia e de um modo de vida opressivos. Aos poucos que ainda tenham veleidades de lutar pela sua liberdade restar-lhes-á a prisão, o opróbrio profissional e quiçá familiar (mais uma vez à boa maneira soviética), quem sabe até se o internamento psiquiátrico – isto se o cansaço e o desgaste provocados pela vida moderna (trabalho intenso, horas no trânsito, ansiedade financeira), a par da inoculação televisiva, lhes permitir esse quixotesco impulso.

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Fome?

Posted by atrida em Sexta-feira, Maio 9, 2008

A histeria que por aí anda sobre os aumentos dos preços dos alimentos tem que se lhe diga, tal como os referidos aumentos.

É impossível verificarem-se os aumentos brutais que temos testemunhado apenas pelo mecanismo de preços do mercado. O recurso crescente aos bio-combustíveis e o aumento do poder de compra de países como a China, Índia e até Brasil não pode justificar tais aumentos, sobretudo da forma abrupta com que estão a ocorrer. Existe claramente uma grande especulação, quiçá açambarcamentos em grande escala. Com que intenções? Algumas pistas:

– por pura frieza de especulador, procurando valorizar os bens que se vende;

– promoção da agricultura totalmente industrializada e química, extensão das áreas de plantação e completa mecanização da agricultura; tornar “evidente” que a agricultura tradicional e biológica não tem condições para fazer face à procura crescente de alimentos; destruição do que ainda resta do mundo rural tradicional, dos seus valores e “preconceitos”;

– interesses das grandes petrolíferas, de modo a que fique “evidente” que o mundo ainda não está preparado para reduzir a sua dependência do ouro negro;

– interesses ideológicos que levem a um maior envolvimento do  mundo ocidental nos países pobres, que pode ser por via de ajudas directas, de investimento – ou por uma maior “flexibilidade” na forma como aquele lida com a imigração: tal como se tem passado com outra histeria – a relativa ao alegado aquecimento global – também o espectro da fome cria as condições ideais para que os promotores da imigração para a Europa passem a sua mensagem e levem a sua avante.

Neste cenário, mais uma vez se conciliam os interesses do grande capital apátrida e desprovido de princípios e os da esquerda apostada em destruir o mundo ocidental, ou o que dele resta.

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